Essa experiência que tive de Inhotim foi bem diferente das outras. Nas primeiras vezes em que visitei era muito nova, então via o museu a céu aberto como um grande parque com várias estruturas coloridas, caminhos longos e bonitos, bancos divertidos e grandes árvores e plantas. Em suma, seria um lugar bonito que, mesmo em dias chuvosos conseguia ser belo aos meus olhos. Minha terceira vez no museu foi com a escola, aos 10 anos, que foi quando eu realmente me lembrei de algumas das obras no final do dia. Sabia que havia algo nas obras que eu não compreendia, não sabia o que era, mas estava lá. Nesta última, fui a exposições e galerias que nunca tinha ido, dentre elas, a cosmococa. A exposição se mostrou um tanto lúdica, quase como um outro mundo, num primeiro momento. As salas com as músicas, as projeções e toda a ambientação se mostraram suaves, quase relaxantes, mas que tinham um certo mistério em torno de si, que, mais tarde, se revelou como um incômodo. Tal sentiment...